Enredo 2011


Sou eu felicidade, sou eu cheio de amor; neste palco iluminado venha descobrir quem eu sou.

A E.S.A.C.A trás o Enredo “Sou eu felicidade, sou eu cheio de amor; neste palco iluminado venha descobrir que eu sou”. Promete contar a história e a evolução das máscaras na Avenida 2011.

O tema, máscaras, é de autoria de Lucília Knop, o título de José Clério Antunes e o enredo é assinado por Cássio Magalhães.

Resumo

Em meio as plumas e paetês a verde e rosa propõe um grande desafio: descobrir a verdadeira face do folião mascarado neste carnaval.

Na pré-história, as máscaras começaram por ser pinturas na cara.

Mesmo com a evolução do homem, as máscaras continuaram presentes em praticamente todas as civilizações. Esta conotação mágico-religiosa apareceu no Egito, onde se faziam máscaras para colocar no rosto dos mortos auxiliando-os na arriscada passagem para a vida eterna que acreditavam existir.

As máscaras usadas no teatro chamavam-se personna, donde vem a palavra personagem para a figura representada.

Mais tarde, na China e sudeste da Ásia, as máscaras de dragão foram usadas para afastar os maus espíritos, bem como na Áustria e Suíça, onde máscaras com esta função tinham aspecto bem grotesco. Na Itália, os personagens estereotipados da comédia latina transformaram-se em tipos nacionais e provincianos da Commedia dell’Arte, surgida na Sicília, que arrasava as aspirações mais nobres do homem de ascender a um mundo melhor. Vale lembrar também do tradicional e luxuoso carnaval de máscaras da cidade de Veneza.

Há muitas máscaras, tantas quantas as ocasiões. Desde a máscara antiga à usada pelo apicultor, desde a máscara de oxigênio à de beleza, a imagem de marca de um político ou de um artista, desde a máscara de esgrima à homocromia, o seu uso é muito extenso no tempo e no espaço. Os soldados também usam camuflagem para não serem vistos (outra máscara).

Sob a máscara tudo se oculta – o Bem e o Mal. Tanto usam máscara o Zorro e o Superman como os ladrões e os terroristas.

As máscaras de carnaval chegaram ao Brasil no século XIX, encarregadas de expressar mitos, crítica social, ironia em relação às dificuldades cotidianas, enfim, desejos do imaginário.

A máscara da nossa própria cara é a que a vida em sociedade exige.

Em tons de verdes e rosas a ESACA, deusa da passarela tira sua máscara e mostra um verdadeiro carnaval de brilhos e cores em meio a alegria contagiante dos sambistas.

 

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